top of page
Dia 22/03/2025 - Manifestação por Vitória Regina de Cajamar,  contou com o apoio e a participação de diversos familiares de vítimas de violências e grupos de ativistas que buscam por Justiça.
Estiveram presentes em apoio a família: 
Beto Vaz, pai da Vitória Gabrielly (menina dos patins)
Maria Marta Maria Ribeiro Consoli (mãe de Bianca Consoli)
Keiko Ota  (mãe do pequeno Ivy Ota)
Irani Araújo (voluntária e ativista)
Familiares de Mercia Nakashima, assessores do Deputado Marcio Nakashima
e representantes dos movimentos União de Vítimas e Giorgio Renan por Justiça


 
São Paulo dia 29 de agosto de 2025 a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo foi palco de um momento de grande emoção e significado. Realizou-se uma linda homenagem aos ativistas e familiares de pessoas desaparecidas involuntariamente — um encontro marcado pela união, pela memória e pela luta por justiça.
 
O evento, promovido pelo Deputado Márcio Nakashima, reuniu autoridades, ativistas, familiares e amigos, fortalecendo ainda mais a causa e renovando a esperança daqueles que diariamente enfrentam essa dor.
 
Deixamos registrada nossa próxima profunda gratidão ao Deputado, à sua dedicada equipe e a todos que estiveram presentes, compartilhando deste gesto de reconhecimento e solidariedade.
São Paulo dia 30 de agosto de 2025 Ato Público pelo Dia Internacional das Pessoas Desaparecidas com a presença de representantes do Mães Em Luta, Mães da Sé, União de Vítimas, Esperança Na Rua, Instituto Mércia Nakashima, Abrace, Femdes, além de pais, mães e parentes de pessoas desaparecidas, voluntários e ativistas da causa.
São Paulo dia 13 de dezembro de 2025, foi palco de duas importantes mobilizações por justiça, memória e respeito à vida.
 
A primeira mobilização reuniu familiares, amigos e apoiadores do movimento União de Vítimas para pedir Justiça por Katrina, Alicya, Anderson e Tainara, além de manter viva a lembrança de nossas meninas assassinadas, cujas histórias não podem ser esquecidas nem silenciadas. Foi um ato marcado por dor, mas também por união, coragem e resistência, reafirmando que nenhuma vítima será apenas um número.
 
A segunda mobilização foi organizada e promovida pelo coletivo Mulheres da Várzea, que ocupou as ruas da zona norte da capital, para exigir justiça, denunciar a violência e cobrar respostas do Estado. Mulheres que transformam a dor em luta, a indignação em ação, e mostram que a voz feminina segue firme na defesa da vida e da dignidade.
 
As duas mobilizações de hoje reforçam que São Paulo não se cala diante da violência e da impunidade. Enquanto não houver justiça, continuaremos nas ruas, lembrando nomes, honrando memórias e exigindo mudanças.
Dia 19 de dezembro 2025 - São Paulo - SP - O União de Vítimas através da sua diretora Elizabeth Misciasci esteve presente na confraternização de final de ano realizada pela ONG Mães em Luta, por meio de sua presidente, a querida amiga Vera Ranu, contou, entre outros, com o importante apoio da Cruz Vermelha e a valiosa participação das Mães da Sé. Foi um momento verdadeiramente lindo e especial.

Um evento marcado pelo amor, pela união e pela solidariedade de todos que ali estiveram, fortalecendo a luta coletiva por justiça, memória e esperança para os desaparecidos involuntários. Um encontro que renovou forças, trouxe abraços sinceros e reafirmou a certeza de que, juntos, seguimos mais fortes.
Todos os vídeos
Claudio
Manifestação

Manifestação

Manisfestação Tainara

Manisfestação Tainara

Justiça por todas!!!!! O sepultamento de Tainara, realizado no dia 26 de dezembro, em São Paulo, marcou um dos momentos mais dolorosos e revoltantes para todos que acompanharam sua luta pela vida. Após dias de sofrimento, resistência e esperança, sua partida escancarou mais uma vez a dura realidade enfrentada por tantas vítimas da violência e do descaso.

Tainara não é apenas um nome ou mais um caso. É uma vida interrompida de forma brutal, uma história que deixa uma família devastada, amigos em luto e uma sociedade ferida, tomada pela indignação e pela sensação de injustiça. A dor é profunda, mas a revolta é inevitável diante de tudo o que poderia — e deveria — ter sido diferente.

O Movimento União de Vítimas esteve presente nesse momento de despedida, representado por sua Diretora de Comunicação, Célia Valentim, reafirmando o compromisso de caminhar ao lado das famílias, não apenas na dor, mas também na luta por verdade, justiça e responsabilização.

Que a memória da Tainara não seja silenciada. Que sua história siga ecoando como um grito por justiça, respeito e mudança. Em  meio às lagrimas, permanece a certeza de que a luta continua, para que nenhuma outra vida seja perdida ou esquecida.

Por Elizabeth Misciasci
Fotos Por Claudio Santos.
Elizabeth Regina Misciasci
Elizabeth Metynoski
São Paulo - Capital - Dia 17 de dezembro 2025.

Movimento União de Vítimas recebe com profunda gratidão e emoção os diplomas e certificados concedidos pelos trabalhos exercidos ao longo do ano de 2025. 
 
Cada reconhecimento recebido representa muito mais do que um documento: simboliza a força da luta coletiva, a seriedade do compromisso assumido e a voz de tantas vítimas e famílias que seguem clamando por justiça, memória e dignidade.
 
Esses diplomas e premios pertencem a todos que caminham conosco — mães, pais, familiares, apoiadores e parceiros — que, mesmo diante da dor, transformam sofrimento em resistência e esperança. São sinais de que nosso trabalho humanitário, construído com amor, coragem e perseverança, está sendo visto, respeitado e valorizado.
 
Seguiremos firmes em nossa missão, honrando cada reconhecimento com ainda mais responsabilidade e dedicação, certos de que a união continua sendo o caminho para fortalecer a luta por justiça e por um futuro mais humano e solidário.
 
Gratidão a todos que acreditam, apoiam e reconhecem o Movimento União de Vítimas.

Elizabeth Regina Misciasci e Elizabeth Metynoski - criadoras e diretoras do União de Vítimas.
caminhada .jpg
*Caminhada “Vivas e Livres” emociona Santo André e reforça a luta contra o feminicídio*
 
No dia 28 de fevereiro de 2026, a cidade de Santo André foi palco de um importante ato de mobilização e consciência social: a caminhada “Vivas e Livres”, promovida pelo Núcleo Especial para as Mulheres de Santo André. O evento reuniu autoridades, movimentos sociais, familiares de vítimas e cidadãos comprometidos com a luta pelo fim da violência contra a mulher.
 
A caminhada foi marcada por um clima de profunda emoção, tristeza e consternação diante dos inúmeros casos de feminicídio que continuam assolando o país. Cada passo dado pelas ruas representava não apenas um protesto, mas também um clamor por justiça, políticas públicas eficazes e respeito à vida das mulheres.
 
O Movimento União de Vítimas esteve presente, reafirmando seu compromisso com a memória das vítimas e com o apoio às famílias que enfrentam a dor irreparável da perda. A participação se deu por meio da Diretora de Eventos, Célia Valentim, que representou a instituição nesse momento de união e solidariedade. Sua presença simbolizou o fortalecimento da rede de apoio e a necessidade de manter viva a luta contra todas as formas de violência.
 
Durante o percurso, cartazes, fotos e mensagens emocionadas lembravam mulheres que tiveram suas vidas interrompidas de forma brutal. O silêncio em determinados momentos ecoava mais alto que qualquer palavra, traduzindo a indignação coletiva e o desejo por transformação.
 
A caminhada “Vivas e Livres” não foi apenas um ato simbólico, mas um chamado à responsabilidade social. É urgente que a sociedade, o poder público e as instituições se unam de maneira efetiva para garantir proteção, acolhimento e justiça.
Que a memória das mulheres assassinadas seja honrada com ações concretas, e que a luta continue até que todas possam, de fato, viver livres e sem medo.
 
Por Elizabeth Misciasci
08/03/2026 -  Dia  Internacional da Mulher, estivemos na Avenida Paulista, em São Paulo, para levantar nossas vozes e pedir mudanças urgentes diante da crescente quantidade de feminicídios, desaparecimentos e de todas as formas de violência que atingem tantas famílias.
 
Foi um momento de união, dor e resistência. Estiveram presentes familiares de vítimas que carregam consigo histórias marcadas pela ausência e pela luta por justiça. Entre eles, as mães de Tainara, jovem que foi brutalmente arrastada na Marginal Tietê, em São Paulo; a mãe de Sabrina, assassinada por um delegado na região de Promissão; Beto Vaz  pai de Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, conhecida como a menina dos patins; além da irmã e tia de Anderson Valentim e Alycia Valentim, e o irmão de Igor Peretto. Mães de desaparecidos também marcaram presença. Cada um representou uma história interrompida e uma família que segue lutando por memória, verdade e justiça.
 
O ato também contou com a participação de importantes movimentos e organizações da sociedade civil, entre eles o Movimento União de Vítimas, Movimento Giorgio Renan Por JUstiça, Cidadão Consciente, Mães da Sé, Mães em Luta, Instituto Ives Ota,  Instituto Mércia Nakashima, Vozes que não se calam e Mulheres da Várzea.

Mais do que um ato simbólico, o encontro foi um grito coletivo por justiça, por políticas públicas mais eficazes e por um país onde mulheres, crianças e jovens possam viver sem medo. Seguiremos mobilizados para que nenhuma vida seja esquecida e para que a dor das famílias se transforme em luta por mudanças reais.
 
Elizabeth Misciasci

Webdesign Elizabeth Metynoski - todos os direitos reservados

bottom of page