Rafael da Silva Santos
*09.02.1984    +09.12.2018

Rafael da Silva Santos, pai de dois filhos e morador conhecido da Cidade de Itaquaquecetuba foi assassinado em dezembro de 2018.

Motivação

Em 23 de novembro de 2018, a menor, filha da vítima (LRSS) de quatro anos, passou por exames íntimos, uma vez que havia a constatação de que o acusado Alexsandro, estaria molestando a criança.

Diante de tamanha gravidade, o pai da menina, que havia lavrado um Boletim de Ocorrência, (*artigo 217-A, do Código Penal) de natureza: Estupro de Vulnerável, procurou sua ex-companheira e mãe da criança, Ana Carolina Ribeiro dos Santos, para conversar, e acompanha-los a fim de passar a pequena por exames de corpo de delito.

Ana Carolina, diante da possibilidade de “perder” Alexsandro, acusado do crime, disse que entregaria a filha aos cuidados do pai, para que o abusador não fosse denunciado.

Após a constatação, Rafael foi até a casa de Alexsandro, ele não poderia permitir a conivência de Ana Carolina, mãe da menor, que se omitiu por não querer se separar do pedófilo que consumia a sua filha, sem nada falar. Chamou umas três vezes, mas como não foi atendido assim sendo, desistiu.

No percurso de volta, encontrou a ex-mulher e seu parceiro e suspeito, Alexsandro próximos a sua casa. Os três começaram a conversar quando de repente Alexsandro começou a golpeá-lo.

Testemunhas disseram ver que Alexsandro estava andando com um punhal, o mesmo que golpeou Rafael até a morte.

Num total de três facadas

o acusado que desferiu uma das facadas direto no coração da vítima, disse que teria agido em legítima defesa. Oras, como em legítima defesa, se com a vítima só foi encontrada a carteira e o maço de cigarros?

No caso do abuso, o delegado teria dito aos familiares que foi “apenas uma passada de mão” (sic) e que pelo fato do acusado ser primário, certamente não aconteceria nada.

Os acusados possuem defensor que acompanham cada tramite do caso, enquanto a família das vítimas, (estupro da menor LRSS e homicídio do seu pai Rafael da Silva Santos)

Até hoje o inquérito não foi concluído, a menor está sob a guarda da família paterna e o casal Alexsandro e Ana Carolina, seguem em lugar incerto e não sabido.

Estamos acompanhando até a final Justiça!
Por Elizabeth Misciasci

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